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Angola- selo de 10$ com falta de impressão da cor verde.

 



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MaisPopulares

Selos Postais 2015-Colónias Portuguesas, 7ª Edição, Mundifil.

Catálogo de Selos Postais das Colónias Portuguesas

Angola-O mapa azul escuro de 4$00, CE. 384 de 1955

Fig.1-Selo n.º384, mapa azul claro Desde 1955 (1) que já era conhecido este erro e a informação da existência de  pelo menos 7 folhas completas com este erro. No catálogo do Simões Ferreira de 1977, já estava catalogada esta variedade mas  sem qualquer cotação.  Em 1994 o catálogo especializado da Afinsa tinha esta variedade catalogada mas sem cotação. Já em 2002, surge a cotação, pela primeira vez, de 19,95€. Decorridos mais seis anos e a cotação foi actualizada, aproximadamente, para o dobro, continua a ser um erro mal cotado tendo em conta o número reduzido de exemplares conhecidos. No catálogo de 2011 dos Selos Postais de Angola já aparece a cotação de 200€, tanto em usado como em novo. Fig.2-Mapa azul escuro usado Na figura 2 temos um dos poucos exemplares conhecidos do mapa azul escuro usado, penso que este erro/variedade é mais raro em usado do que em novo. No catálogo (Mundifil) de 2015 a cotação foi actualizada para 210€.No catálogo de 2019 a cotação é de 30

Empreza Nacional de Navegação

VAPOR PORTUGAL II (1899)-3998 toneladas, 240 passageiros, dimensões 365/45 metros, era o maior navio mercante da ENN, construído por Sir R. Dixon M’boro. Efetuou a primeira viagem em 6 de novembro de 1899, transitou em 1918 para a companhia Nacional e vendido para a sucata em 1925.(1) Figura 1-Vapor Portugal (II) Fig.2- Sala de jantar do vapor Portugal Carimbos utilizados a bordo do Vapor Portugal 1. Elíptico com a legenda VAPOR PORTUGAL/EMPREZA NACIONAL e ao centro LISBOA Fig.3-Marca utilizada em Lisboa a bordo do vapor Portugal (2) 2. Carimbo de duplo  círculo (28/16 mm) com a legenda -Empreza Nacional de Navegação/ Vapor “PORTUGAL”- e ao centro o desenho de um vapor. Marca não catalogada. Período de utilização: entre 1903 e 1918. Será esta a marca utilizada em Angola, ou outro destino de África, na viagem de regresso a bordo do vapor Portugal? Fig. 4-Carimbo do Vapor   PORTUGAL Batido a azul —————————- 1- Greenwood, Richard (1983

Angola-carimbo mudo circular de 8 barras

Na província de Angola no início da circulação do selo postal, os selos eram obliterados com um carimbo mudos de oito ,  ou quatro, barras paralelas, simetricamente dispostas em relação a um diâmetro. Impressas geralmente a preto, e também a azul, encontram-se a anular os selos tipo Coroa e, mais raramente, os das emissões seguintes. Ao lado aparecia a marca do dia com o nome da localidade e a data do mesmo. No catálogo da 3ª Exposição Filatélica do Quanza-Sul (Novo-Redondo) em 1965, na página 91 é dada a conhecer as coleções de «70 folhinhas» com diferentes carimbos que foram editados pela empresa Publicações Imbondeiro por ocasião do IX Dia do Selo (1-12-1963).  Alguns desses carimbos foram reproduzidos no catálogo do 1º Centenário do Selo Postal de Angola. Fig.1- Reprodução da imagem de uma das «70 folhinhas». Em 1970 o suplemento do boletim dos CTT  foi o catálogo do primeiro centenário do selo postal em Angola que continha um artigo dedicado à marcofilia angolana

Marcas de serviço

NÃO RECLAMADA ENTREGUE

Selos Coroa de Angola-Estudo dos papéis

O selo postal foi introduzido em Angola em meados de junho de 1870 de acordo com o edital encontrado por Carlos Torres.(1) Este pequeno estudo tem como principal objetivo estudar as diferentes espessuras dos papeis desta emissão. Tendo apenas neste estudo o primeiro selo de Angola, vamos verificar que existem muitas versões deste selo, sendo uma boa parte delas falsas. o colecionador menos experiente terá grande dificuldade na deteção dos selos falsos, todos os colecionadores já passaram por essa dificuldade. No final deste artigo penso que ficará tudo mais fácil, e não será necessário a ajuda duma expertização para conseguir distinguir selos originais dos falsos. 1. Ensaios e provas Em ( 4 ) temos um grande estudo sobre ensaios e provas dos selos portugueses, A. H. de Oliveira Marques dedicou o capítulo III ao estudo das Coroas do Ultramar. Na imagem seguinte temos o que parece ser um ensaio sobre o fundo da coroa, só o selo de S. Tomé e Principe é que tinha o fund

Ceres Coloniais-Variedades de Cliché

No velhinho catálogo de Simões Ferreira já estavam catalogadas algumas variedades de cliché: "Em cada folha de 200 selos há uma fenda no quadro superior do 10º exemplar, por cima da letra « A » da palavra « REPUBLICA ». No 26º exemplar dalgumas folhas de 180 selos dos valores de 1, 2, 5, 8 e 10 cent., há uma fenda no quadro por cima da letra « I » da palavra « REPUBLICA ». VC Nº: XXV Nalgumas folhas de 180 selos de 1/2, 1 1/2, 8 e 20 c., no 167º exemplar nota-se um pequeno defeito de impressão à direita dos « RR »» da palavra « CORREIO », que se assemelha a um « C ». Conhecem-se os selos de 10 c . com o escudete do valor plenamente tintado em vez de branco."(1) No passado dia 23 de Maio foi lançado pelo NFACP o livro "Os selos Ceres das Colónias Portuguesas" do Eng. J. Miranda da Mota. Algumas VC catalogadas VC N.º: CCLII (252) VC N.º: XLVIII VC com linhas horizontais/ oblíquas  catalogadas VC N.º: LXX

Angola- franquia mecânica da Navetur, tipo III, N.º128

O Grupo C.U.F. em 1974 detinha um grande número de empresas ligadas às mais variadas áreas. Uma destas áreas estava ligada à navegação, com muitas empresas, em Angola chamava-se NAVETUR – Agências de Turismo e Transportes de Angola (1971).  fig.1- Franquia mecânica com o título n.º128 do tipo III da máquina Pitney Bowes.

Angola-franquia mecânica "Cabinda Gulf Oil Company", tipo II, N.º75

O Decreto n.º41180, de 9 de julho de 1957, publicado no Diário do Governo, I série-número 154, é constituída a sociedade Cabinda Gulf Oil Company e requerem ao Ministério do Ultramar a concessão exclusiva de pesquisas e exploração de jazigos de carbonetos de hidrogénio e produtos afins no distrito de Cabinda. "As nossas actividades de exploração e de produção começaram em 1954 quando a CABGOC realizou o primeiro estudo geológico de campo. Quatro anos mais tarde, em Ponta Vermelha inaugurou-se o primeiro poço em terra. Em 1966 realizou-se a nossa primeira descoberta offshore no Campo de Malongo seguindo-se a nossa primeira extracção em 1968." Mostramos, de seguida, uma franquia do tipo II , agora da empresa Cabinda Gulf Oil Company (CABGOC), com o título de licença N.º75 (máquina 016), sem publicidade . Até ao momento não conhecemos nenhum exemplar desta franquia com publicidade desta multinacional. Fig.1-franquia mecânica do tipo II, com o N.º